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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Caminhos sem sentido

[foto roubada daqui que roubou daqui, 100 anos de perdão para mim :-)]
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Na minha opinião os territórios, actualmente não se desenvolvem assentes nas acessibilidades, no entanto acho importante, e tendo em conta as características das nossas terras, promover algumas ligações estratégicas que não tem que passar apenas pelas vias, mas sobretudo por protocolos de colaboração para se atingir uma imagem de marca que nos permita acreditar no futuro das nossas terras. Penso que devemos desenvolver características que permita aos habitantes de Basto, reinventar e desenvolver eles mesmos, a nossa terra, apostar na sua criatividade e na sua sabedoria politécnica .
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As autarquias de Basto estão a funcionar cada vez mais como o peso maior nas vidas dos habitantes, divergindo dos territórios que se tem desenvolvido de forma sustentada. Dando cada vez mais o peixe, e não ensinando a pescar. Qual colmeia que se quiser produzir o melhor mel do mundo, não me parece sustentado apostar apenas nos caminhos que permita as abelhas irem buscar o polen, parecendo-me prioritário antes cultivar e semear as melhores flores, que possibilite ás abelhas produzir o melhor mel deixando para as abelhas a tarefa principal.
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Se temos nas nossas terras especificidades a nível de produtos e matérias primas que nos permite distinção no mundo globalizado, porque não incidimos sobre essas especificidades, reinventando-as e adaptando-as ás necessidades e exigências actuais e reinventando-nos e desenvolvendo-nos a nós como território.