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sábado, 1 de novembro de 2008

Formação como aposta para o futuro

No dia 21 do presente mês de Novembro teremos no Auditório Municipal Ilídio dos Santos, a partir das 21h30m, a 23ª conferência integrada no âmbito da iniciativa «políticas de futuro» que a Autarquia Cabeceirense está a promover desde 2006. Desta feita o tema é “Qualificar os recursos humanos, criar emprego” e terá como orador convidado o Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Dr. Fernando Medina, que é entrevistado no vídeo abaixo. È importante o capitulo da formação SECUNDÁRIA E SUPERIOR para o desenvolvimento do emprego, por isso acho pertinente começarmos na nossa região a apostar também no ensino superior, visto que a rede de oportunidades a nível do ensino secundário está mais que disponível a todos, e como é preciso dar seguimento com verdadeiras politicas de futuro a todos os passos que se tem dado, penso que é importante ponderarmos este capitulo da escola superior de Basto, para o desenvolvimento profissional mas sobretudo para o desenvolvimento da economia regional

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O porque da inadaptação dos PDM´s

. Os PDM estabelecem um modelo de estrutura espacial do território. Ao basearem-se num esquema territorial essencialmente físico e desenhado estão, por um lado, a tentar prever e controlar o futuro de um determinado território e, por outro, a geri-lo numa perspectiva sectorial, apresentando uma abordagem pouco estratégica e prospectiva. Aqui não cabe a integração de investimentos chave – estruturantes e mobilizadores, que surjam posteriormente à aprovação do plano e que de alguma forma colidam com o modelo territorial preconizado. Além do mais, estes planos assentam numa lógica de zonamento funcional dos territórios. Definem e distribuem espacialmente usos e funções, ou seja, catalogam e rotulam os solos, na medida em que impõem limites artificiais, definem perímetros e promovem a monofuncionalidade (áreas essencialmente vocacionadas para um tipo de função territorial – áreas residências, áreas industriais, etc.), sujeitando os territórios a desequilíbrios e desenvolvimentos descontinuados. Esta situação colide com a lógica de funcionamento da sociedade de hoje, onde as funções se misturam e as barreiras se esbatem: habitação, trabalho, lazer, aprendizagem, comércio, etc. convivem no espaço e no tempo numa perspectiva “mixed-use”. Os planos têm que se adaptar ao tempo e às vivencias das pessoas sob pena de, em vez de as facilitarem, tornarem-se em simples barreiras às mesmas. Os exemplos de mau ordenamento imperam por toda a nossa região , provando essa ineficácia. O futuro começa hoje… .