terça-feira, 12 de agosto de 2008

LARES E INFANTARIOS,SIM !!! MAS COMO?

. Em boa hora, em Cabeceiras de Basto a Resposta social vai ser alargada, fruto da construção de quatro novas unidades de apoio a crianças e idosos, Painzela, ampliação em Cavês, Gondarém e Arco de Baúlhe. Merecendo esta ultima e algumas polémicas pela sua localização, junto de uma actividade impossível de conciliar com o funcionamento deste, e porque ficará muito distanciada do centro da Vila do Arco de Baulhe. As obras são muito bem vindas pois temos que saber tratar da melhor forma a população mais vulnerável mas, não estaremos a tirar muito pouco partido da especificidade da nossa terra, não estaremos a insistir num tipo de conceito de lar/ infantários que é possível melhorar. Começam a aparecer um pouco por todo país novos tipos de lar, com conceitos maravilhosos, que se distanciam muito do tipo de “lar – hospital”. Caso disso é das “aldeias lar”, que pelas características este tipo de conceito poderia ser muito bem aplicado nas nossas terras, pela forte associação á escala e identidade da mesma, só de pensar neste projecto bem aplicado a algumas aldeias das terras de basto me apetece ser “velhinho”. Outra questão que ainda me parece muito pertinente e merecedora de uma discussão mais alargada é a localização do lar infantário do Arco. Não vamos cometer um erro quase irreversível, se isolarmos o edifício no local que lhe está destinado? Este edifício aparece como uma oportunidade única para fazer permuta com edifícios que pelo tempo e evolução da Vila se tornaram inconvenientes, como é o caso da serração junto da central de táxis, ou mesmo a outra na avenida Capitão Elísio de Azevedo. Sei que os fundos não são atribuídos para recuperação de edifícios, (mais um erro politico grosseiro), mas não seria bom para o ordenamento da vila a demolição destes edifícios, que pela função podem e devem estar na periferia, para construção do lar no núcleo urbano, ganha a Vila e os utentes do serviço pois irão sentir-se ainda uma parte integrante da sociedade que não os rejeita nem isola, e ganham os políticos por uma boa obra, e pela capacidade de decisão e articulação com outras obras publicas, até agora, menos frequentadas e utilizadas, como é o caso do arranjo no lugar da Serra e ganha o Arco de Baulhe e ganhamos todos. Sei que há sensatez na decisão politica da nossa terra, é dever nosso como habitantes, mais que protestar, apresentar alternativas viáveis. Se não houver inconvenientes nem impedimentos, Espero que não seja tarde para mudar…pois parece-nos melhor esta opção. O futuro que queremos para nós e para os nossos começa hoje, e está nas nossas mãos construi-lo. .

5 comentários:

Anónimo disse...

Acho alguns dos conceitos muito engraçados e que realmente até nos dá vontade de ficar velhinhos para ir pro lar, mas tambem muito frescos, e sem provas dadas para convencer os politicos, agarradinhos ao passado que... irra,se pusesse la umas vaquinhas e umas ovelhinhas, isso colava logo. mas ainda bem que pelo menos vais trazendo para aqui algo de novo, continua meu caro, quanto ao caso do lar/creche da Arca, nao te vale a pena, é para ali, é para ali.
o mal da nossa autarquia é que nao se poe nada em questao, o s.Presidente é intocavel, e as capelinhas que andam em seu redor nao contestam, porque depois se vier um tachinho a jeito pode ser que seja para aquele que melhor se comportou.
OH PESSOAL DA CAMARA, HA DEBATE DE IDEIAS ANTES DE SEREM LANÇADAS AS OBRAS, OU É TUDO FEITINHO ASSIM Á CALADA!!! bbbrrrrrrrrrr

Carvalho Leite disse...

caro anonimo, o conceito que apresentei,das aleias-lar, nao é novo em portugal, muito menos na europa, se googlar um bocadinho perceberá isso. e só o enunciei por o achar oportunissimo, pois alem das aldeias lindissimas e possuidoras de uma beleza encantadora que temos em Cabeceiras, acho que se poderia juntar o util ao agradavel.
de certeza que iria haver uma identidade perfeita dessas pessoas com os locais. Claro que o investimento era maior, mas iria atrair mais pessoas para as habitar vindas de muitos locais, era habitantes que Cabeceiras ganhava.era tirar partido de uma potencialidade que se esta a perder.

Quanto ao caso do lar da ARCA, foi só uma sugestão e a manifestação de uma ideia que me parece uma alternativa viavel.

Anónimo disse...

Pois a ideia era boa de implantar o lar na serração desactivada, mas os terrenos tem dono, que por sinal pedem uma quantia elevada pelos mesmos. Acredite que quem está a trabalhar sabe o que está a fazer, mas admiro a forma como exprime as opiniões, muitas pessoas até têm razão mas perdem-na pela forma como se manifestam.

Carvalho Leite disse...

Não é pelas ideias que lanço aqui que vou impedir que façam o que pretendem.
Quanto a caristia do terreno...
Haja ideias e astucia, porque é posssivel, comprem tudo,façam algo para valorizar o investimento e vendam parte.ao fim ainda podem ganhar,porque tem facilidades, que uma pessoa particular nao tem.

Carvalho Leite disse...
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